Caros,
Escrevi há poucos dias sobre o episódio do Presidente Guerreiro no Café de Paris, lembrando o incrível episódio da farinha acrescentada ao famoso Entrecôte Café de Paris .
Eis que meu amigo, o Conselheiro Alexandre Freire, grande intelectual, jantando no mesmo Café de Paris no domingo passado (07/06/25), me mandou uma mensagem, brincando: “Com o devido respeito ao nosso saudoso Presidente Guerreiro, a farinha é uma extravagância…”.
Isso me fez pensar na Anatel, de cujo desenho participei, contratado pelo Ministro Serjão.
Na medida em que o número de vagas não preenchidas do Conselheiro da Anatel vão se avolumando, ficam patentes alguns fatos que não devem ser:
- Pouca importância da Anatel para os políticos e o jogo político, e
- A crescente carga de responsabilidade que recai sobre os conselheiros que permanecem.
Uma pena. As Agências Reguladoras têm um papel muito importante na qualificação da mão de obra do funcionalismo público federal. Antes, basicamente o Itamaraty monopolizava uma elite desse funcionalismo. Impressionante a quantidade (e qualidade) de escritores, historiadores, etc., oriundos do nosso corpo diplomático. Vêm imediatamente à memória alguns nomes célebres que passaram pelo Itamaraty: Joaquim Nabuco, Barão do Rio Branco, Afonso Arinos, Aluísio Azevedo, Guimarães Rosa, Vinicius de Moraes, Graça Aranha, Ronald de Carvalho, João Cabral de Melo Neto, Oliveira Lima, Maurício Nabuco, Antônio Houaiss, Evaldo Cabral e Mello …
Boa semana,
Sávio.