Notas & Comentários – 22-08-2025
Mas… quem era mesmo o Chef? Tudo bem, a gastronomia foi uma arma muito poderosa da diplomacia francesa orquestrada por Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord. Mas quem preparava as delícias gastronômicas? –
Mas… quem era mesmo o Chef? Tudo bem, a gastronomia foi uma arma muito poderosa da diplomacia francesa orquestrada por Charles-Maurice de Talleyrand-Périgord. Mas quem preparava as delícias gastronômicas? –
Caros, O novo soberano francês, Luís XVIII, que deve consolidar seu trono, envia… bem, envia Talleyrand ao Congresso de Viena, como seu embaixador, com uma longa lista de instruções. “Sire”,
Um embaixador russo muda a maneira de servir à mesa: Alexandre B. Kourakin (1752 – 1818), embaixador do Czar na Corte de Napoleão de 1808 a 1812, mostrou que um
Caros, Alexandre B. Kourakin (1752 – 1818), um embaixador russo na Corte de Napoleão de 1808 a 1812, mudou a maneira de servir à mesa: mostrou que um país, digamos,
Talleyrand transforma a gastronomia em arma: Como já mencionamos em outras Notas, a Revolução Francesa deixou desempregados grandes cozinheiros, pois muitos dos seus patrões na alta nobreza emigraram ou foram
Caros, Como já mencionamos em outras Notas, a Revolução Francesa deixou desempregados cozinheiros de alta qualificação, pois seus patrões na alta nobreza emigraram ou foram guilhotinados. Aí surgiram os grandes
Entrar no Itamaraty: O grande poeta Da Costa e Silva (Antônio Francisco da Costa e Silva, Amarante-PI, 1895 – Rio de janeiro – RJ 1950), tentou entrar na carreira diplomática.
Caros, O grande poeta Da Costa e Silva, autor de um dos mais belos sonetos da língua portuguesa – Saudade – e autor da letra do Hino do Piauí, tentou entrar
Talleyrand – demitido e renomeado…: Política sempre teve essas coisas. O escândalo XYZ foi grande demais e feio demais: Talleyrand, Ministro das Relações Exteriores, queria um “agrado” como pré-
Caros, Politicagens e politiqueiros: um mal contínuo na história. Os maiores corruptos da Revolução Francesa (e Diretório, e Império, e Restauração) foram Talleyrand (o maior), Barras (presidente do Diretório) e